Exposição sobre Rádio em Francisco Beltrão

Uma rica exposição sobre a história do rádio em Francisco Beltrão foi montada na Rodoviária Sadi José de Marco (a nova, na Água Branca). A abertura oficial, com presença de autoridades, imprensa e demais interessados, é hoje às 9h30 da manhã. Vale a pena conferir. A promoção é da Prefeitura, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Departamento de Cultura.

O diretor de Cultura, Vilmar Mazzetto, não sabe informar exatamente quantas peças estão expostas. São centenas. Só os discos de vinil (LPs e compactos) enchem uma mesa. Aparelhos de rádio antigos tem pra escolher e cada um faz lembrar muitas histórias, para cada visitante. Tipos de microfones tem pelo menos seis dos antigos, já há tempo em desuso.

Entre tantas peças, tem até a corneta que estava instalada em cima do prédio da Rádio Colméia, na Praça do Calçadão, na Revolta de 1957, a primeira emissora da cidade, instalada em janeiro de 1956. A exposição conta a história também do surgimento das demais emissoras da cidade, AMs, Educadora e Princesa, e FMs Continental, Onda Sul e Anawin. E a própria Colmeia, que em 1968 mudou para o nome de Princesa.

A exposição é de Francisco Beltrão, mas tem fotos e textos sobre artistas do rádio brasileiro e peças também de outros municípios da região. Ontem, Hélio Alves, diretor da Rádio Ampere, entregou aparelho antigo de rádio e outras informações; também pediu que tivesse alguma referência a Domingos Bertaioli, o pioneiro do rádio em Francisco Beltrão e Ampere.

Vilmar Mazzetto também conta que, na busca por peças antigas, descobriu que em Marmeleiro existiu uma coleção de 300 peças mas, após o falecimento do colecionador, foi vendida para o município de Guarapuava.

Como aconteceu com a exposição sobre moda, também pesquisada pelo Departamento de Cultura, e foi sucesso, teve centenas de visitantes, muita gente de fora vai ver a exposição do rádio. E é um bom programa também para os beltronenses. Vale a pena ir até a Rodoviária com tempo. O local é amplo e agradável e cheio de histórias para quem é mais antigo recordar e para o jovem ficar conhecendo.

Fonte e foto: Jornal de Beltrão

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