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Autoridades aguardam laudos para identificar a causa da morte do casal de Realeza

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), através do escritório de Francisco Beltrão, está investigando os quatro homicídios ocorridos em Realeza na semana passada. Na segunda-feira, 19, foram encontrados mortos, na comunidade de Marmelândia, interior de Realeza, Amélia Dobicz Koc, 75 anos, e seu filho Elso Vande Koc, 54 anos. Além de Dirceu Koc, 49 anos, que estava ferido gravemente e continua hospitalizado.

E na sexta-feira, a polícia localizou os corpos de Rafael Kauan Koc Dobier e Jaqueline Daros Jarassochio, próximo a Capitão Leônidas Marques. Eles são o neto de Amélia e sua namorada, que estavam desaparecidos desde segunda-feira.

O promotor de justiça Tiago Vacari, do Gaeco de Francisco Beltrão, disse que o órgão instaurou uma investigação porque os assassinatos têm ligação com uma organização criminosa que pratica crimes violentos de roubos em Quedas do Iguaçu, Dois Vizinhos, Nova Laranjeiras, Realeza, Santa Izabel do Oeste.

A atuação desse grupo teria começado após a fuga de um presidiário da Penitenciária Estadual de Beltrão no dia 2 de agosto de 2022. “Esse foragido com outros familiares e outras pessoas se organizaram para cometer delitos, o mais grave deles obviamente este de Realeza com quaro vítimas. Quatro latrocínios consumado e um tentado.”

O promotor informou, em entrevista à RPC, que os autores já estão identificados. “Inicialmente tínhamos as três vítimas, os dois [Rafael e Jaqueline] estavam desaparecidos, e na tarde de sexta-feira uma equipe localizou os corpos numa comunidade [Alto Alegre] de Boa Vista da Aparecida.”

A Polícia aguarda os laudos periciais para identificar a causa da morte do casal. O promotor relatou ainda que as autoridades não têm tanta clareza quanto ao que teria motivado os crimes. “O que nós vemos no modo de operação dessa organização criminosa é a oportunidade, ou seja, as vítimas são escolhidas de maneira aleatória. Então não temos muito bem definido, o que sabemos é que eles não têm qualquer relação com os familiares, por isso acreditamos que as vítimas tenham sido escolhidas de maneira aleatória.” Conforme o promotor de justiça, a idosa tinha feito um empréstimo de R$ 11 mil e tinha esse dinheiro em casa. “Agora, se eles tiveram essa informação prévia do dinheiro não sabemos.” Duas pessoas já estão presas, detidas em Cascavel na quarta-feira, e entre três e quatro integrantes da organização criminosa continuam foragidos.

Fonte: Jornal de Beltrão – Foto: Reprodução RPC

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