No Dia Mundial de Combate ao Câncer, 4 de fevereiro, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) reforça a importância da prevenção, de hábitos saudáveis e do diagnóstico precoce como estratégias fundamentais para reduzir o impacto da doença. Atualmente, o câncer é a segunda maior causa de morte no mundo.
A data marca também a divulgação das novas estimativas de incidência de câncer no Brasil para o triênio 2026–2028, apresentadas pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), vinculado ao Ministério da Saúde.
De acordo com o levantamento, o Brasil continua a registrar mais de 700 mil novos casos de câncer por ano, mantendo a tendência de crescimento observada no triênio anterior (2023–2025). Em 2026 a estimativa é que o Paraná tenha 15.300 novos casos em pessoas do sexo masculino e 15.350 novos casos no sexo feminino.
Entre os tipos mais frequentes, o câncer de pele não melanoma segue liderando as ocorrências, com 33%. Os cânceres de mama feminina e próstata correspondem a pouco mais de 30%. Em segundo lugar, aparecem os cânceres de cólon e reto (10,4%), traqueia, brônquio e pulmão (6,8%), estômago (4,4%) e colo do útero (3,7%).
O câncer de mama é o mais incidente em todas as regiões do Brasil. No Sul, o câncer de cólon e reto, em 2º lugar, traqueia, brônquio e pulmão em 3º, com o câncer do colo do útero na 4ª posição, e câncer de pâncreas em 5º lugar.
De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, as estimativas são importantes para a formulação de políticas públicas e organização da Rede de Atenção à Saúde.
“É importante ressaltar a importância do rastreamento do câncer de mama e do colo do útero. Em 2024, por exemplo, o Paraná participou das discussões com o Ministério da Saúde para a organização das Diretrizes para Rastreamento do Câncer de Cólon e Reto. Estamos trabalhando para a redução dos casos e a prevenção é o melhor caminho”, diz.
Fonte: AEN











