Telemedicina Paraná já atendeu 10 mil pessoas

terça-feira, 23 junho 2020 | 08:20 AM

O aplicativo Telemedicina Paraná alcançou neste domingo (21) a marca de 10 mil pessoas atendidas por meio do site e dos aplicativos disponíveis para Android e IOS. A ferramenta, que oferece orientação e serviços médicos e psicológicos gratuitos para a população, é uma medida inovadora no combate à pandemia do novo coronavírus.

No período de três meses foram atendidos um grande número de usuários das cidades de Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa, Foz do Iguaçu, São José dos Pinhais, Colombo e também de alguns municípios do Estado de São Paulo. Além de possibilitar o atendimento médico à população, a plataforma ajuda a diminuir o fluxo de pessoas em Hospitais e Unidades de Saúde.

“O aplicativo é uma forma eficiente e inovadora que evita aglomerações e deslocamentos desnecessários, protegendo os profissionais de saúde e a população em geral”, disse o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona. “Estamos utilizando a experiência das Universidades Estaduais para atender a população com qualidade sem precisar sair de casa”, acrescentou.

O serviço ainda oferece o suporte para diagnóstico clínico de forma remota, permitindo a interpretação de exames e a emissão de laudos médicos.

Dos 10 mil atendimentos, 2.824 pessoas foram encaminhadas para o atendimento médico e 314 para o atendimento psicológico. As demais fizeram o cadastro e receberam as orientações dos profissionais que fazem a triagem, sem necessidade de novas consultas.

Atuam na plataforma 368 profissionais entre médicos, psicólogos, enfermeiros e estudantes de cursos da área da saúde das universidades estaduais do Paraná, da Escola de Saúde da Secretaria de Estado da Saúde e da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Segundo o professor de Medicina da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Ricardo Zanetti Gomes, a ferramenta proporciona um atendimento completo. “Permite a troca de mensagens, vídeo-chamadas, envio de receitas médicas e a solicitação de exames, mantendo o monitoramento constante de pacientes. Também é possível notificar os casos para os municípios, contribuindo para o acompanhamento em tempo real da situação no Estado”.

Entre os sintomas mais comuns relatados pelos pacientes estão tosse, dificuldade para respirar, dores no corpo, dor de garganta, febre, coriza, nariz entupido, diarreia e perda de olfato e paladar.

Fonte e foto: Agência Estadual de Notícias

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